Antônio Cavalcante Costa Neto

Antônio Cavalcante Costa Neto

Professor de Direito antoniocavalcantecostaneto.jus.com.br

Publicações

  • Universalidade, tradição e dialética em Leo Strauss

    08/10/2019 14:39 0

    O artigo destaca ideias básicas do livro Direito natural e história, de Leo Strauss, com o objetivo de encontrar subsídios para aprofundar o debate sobre o problema da universalização dos direitos humanos e da cidadania.

  • O direito de morrer dignamente.

    26/10/2016 09:45 0

    O artigo procura problematizar os conceitos de eutanásia, distanásia e ortotanásia, discutir o processo de apropriação da morte pela Medicina, à luz do direito de morrer com dignidade, refletindo sobre esses temas na perspectiva do biodireito e dos direitos humanos.

  • O capital não é tudo.

    01/07/2016 09:44 0

    Este trabalho, elaborado como parte do Prêmio Ruy Eloy de Monografia, promovido pela ESMAT 13, tem como objetivo abordar a evolução histórica das relações entre trabalho e capital no Brasil, na perspectiva da teoria dos direitos humanos fundamentais.

  • Dos cacos da Arqueologia ao labor dos chips

    30/06/2016 23:57 0

    Com uma abordagem interdisciplinar, com enfoque no diálogo entre direito e literatura, o texto apresenta um breve histórico da evolução do trabalho e do direito do trabalho.

  • O direito ao lazer das mulheres.

    24/09/2015 00:30 0

    Este trabalho tem como objetivo trazer à reflexão o tema do direito ao lazer das mulheres, na perspectiva do Direito do Trabalho e dos Direitos Humanos, a partir de ideias básicas expostas no livro Um teto todo seu, de Virginia Woolf.

  • Nós, os juízes e a busca da sabedoria

    27/09/2014 18:10 29

    Nós, os juízes, integramos um seleto grupo de homens e mulheres, ao qual é confiado um importante serviço no seio da sociedade: aquilatar a conduta humana, dirimir conflitos, pacificar com justiça. Calamandrei falando do valor desse mister, chegou a dizer...

  • Socorro! Um advogado!

    01/10/2000 03:00 4

    ELES, OS ADVOGADOS — Os advogados falam e escrevem demais, falam e escrevem não para defender o interesse do cliente, mas para se darem ares de saber mais que os juízes e engordar seus proventos. Uma causinha de nada, que…

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